“Se você não tem tempo para a sua maior criação que é o seu filho, você não entendeu nada sobre a vida.”
O que era pra ser apenas “entretenimento”, “só um vídeozinho” - está virando caso de hospital!
Uma mãe relatou que sua filha de 6 anos começou a apresentar crises de ansiedade, insônia severa, irritabilidade e explosões de raiva.
O diagnóstico? Esgotamento digital infantil, provocado pelo uso excessivo de celular.
Estudos publicados na JAMA Pediatrics confirmam:
o uso diário e prolongado de telas afina o córtex pré-frontal, a área do cérebro que controla o raciocínio, a linguagem, o autocontrole e a empatia.
Crianças de 5, 6 e 7 anos estão sendo diagnosticadas com sintomas graves de esgotamento mental e emocional:
- Déficit de atenção - Distúrbios do sono - Agressividade - Isolamento - Atraso no desenvolvimento.
E o pior?
Muitos pais ainda acham que é só “manha” ou “birra”. Criança quieta com celular na mão não é sinal de paz.
É sinal de abandono digital. O preço vem depois - no comportamento, na saúde mental e no futuro emocional da criança.
O uso excessivo do celular pode desencadear ou agravar problemas de saúde mental como crises de ansiedade, insônia, irritabilidade e explosões de raiva, especialmente em pessoas predispostas.
A nomofobia, o medo de ficar sem o celular, pode levar à ansiedade e angústia quando o aparelho é retirado, além de afetar negativamente o sono e causar irritabilidade.
O Transtorno Explosivo Intermitente (TEI), também conhecido como "Síndrome de Hulk", pode se manifestar com explosões de raiva e agressividade descontrolada, e frequentemente coexiste com ansiedade e outros problemas de saúde mental.
Mais importante que entreter é proteger!
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Guarda a mim e os três tesouros que me dês-te com todo teu amor. Amém