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Na Paz? melhor sozinho do que mal acompanhado(a)

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 Cair de quatro.....sonhos de um palhaço.

Não desperdice seu tempo

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Não desperdice seu tempo a procrastinar.
A vida é muito curta, preciso ter resiliência,para não me encurvar.
A vida não aceita ensaio,ela é sempre a vera.
Não tem como passar o bastão para os outros segurarem.
Você segura suas barras.
A vida não aceita performa
A gente colhe o que plantar.

Nem deserto nem saudade é só nostalgia

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Nem deserto nem saudade é só nostalgia

Nem rosas, nem algodão
Nem sombra ou canção
É só um furacão
Daqueles que invoca o dragão
Pintado de amarelo
Em qualquer situação

Se te vivo...
Não sei...
Acho que já passou

Passou igual aquele temporal
De um minuto de sensação
Sensação de medo, de um pouco de tristeza
Quando não se quer ficar aqui
Queria estar em outro mundo.

By Iria Horn

Tarde Demais

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Curiosidade matou um gato escaldado com água quente...xo satanas

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Não use"máscaras"

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Sempre que distinguimos alguma coisa fora de nós e a reprovamos em demasia como sendo perniciosa, perigosa, pervertida, imoral, e assim por diante, é provável que ela represente conteúdo existente em nós mesmos, sem que os reconheçamos como possíveis características nossas. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa, e não interna. Se afirmamos categoricamente “todos são desonestos”, estamos, na verdade, tentando projetar nos outros nossas próprias tendências. Ou então, ao dizermos “tudo gira em torno de uma só coisa: sexo”, podemos estar direcionando nossa disposição interna nas demais criaturas, por estarmos pessoalmente insatisfeitos. Muitas vezes dizemos “é inexplicável como aquela pessoa não gosta de mim”, quando, na realidade, somos nós que não gostamos dela, sem nos darmos conta.

Por que falsificamos nossa realidade? Afinal, o que conseguimos com isso? Danificamos nossa própria intimidade e atravessamos toda uma existência com a angustiante sensação de sermos impostores ou farsantes. Além disso, vivemos aprisionados à angústia e ao medo de um dia descobrirmos quem realmente somos.

O crescimento pessoal exige, acima de tudo, coerência, deve estar numa relação harmônica entre o que se sente e o que se vive; deve haver uma identidade ou semelhança entre as partes de um todo.

Representamos como se fôssemos verdadeiros atores, interpretando uma personagem no palco ou no cinema, quando nos colocamos diante de alguém como sendo mais do que somos; quando dissimulamos um amor ou um desinteresse que não sentimos; quando nos mostramos alegres, e na realidade estamos tristes; quando aparentamos uma frieza que não experimentamos; quando escondemos e mantemos em segredo tudo aquilo que mais queremos e desejamos; quando aderimos a associações de caráter recreativo, cultural, artístico, religioso, político e social, etc., para obter benefícios u não merecemos, recebendo elogios e reconhecimento.

O alvorecer do despertar manifesta-se no ser amadurecido quando a luz da consciência ilumina não apenas as áreas externas, mas, acima de tudo, as internas. Muitos indivíduos se satisfazem apenas por possuírem os olhos físicos, que lhes oferecem uma visão parcial ou incompleta da vida. Mas para vermos as coisas tais como são, é preciso desenvolver a acuidade do olho que esclarece, ilumina e guia — aquele voltado para o mundo íntimo. A partir daí, cessamos de projetar de forma contínua.

Nossos anseios de ser e de possuir alguma coisa são, no fundo, a compensação da falta de não termos quase nenhuma consciência do que somos e nem para que fomos criados.

“Assim são os homens. É como se lhes tivessem colocado dois alforjes: no peito, o alforje com os males alheios, e nas costas, o alforje com os próprios males. De tal modo que eles são cegos quanto aos próprios defeitos, mas enxergamos com nitidez os defeitos dos outros.”

Vivemos ilusões quando desfiguramos a realidade de nossa experiência ou a verdade de nosso ser e adotamos um “papel” que não corresponde à verdade. Apresentamos aqui o que em linguagem informal denominamos “máscaras”: são elas que turvam nossa verdadeira realidade interior; é delas que nos servimos para lançar fora o que está em nossa intimidade.

O que é síndrome de burnout

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www.iriahorn.net Iria Horn

A (in)sustentabilidade da vida humana num mundo sem fé

A noção de progresso civilizatório trouxe muitos problemas para o mundo contemporâneo. Ao buscar identificar o “espírito desse tempo” (Zeitgeist), nomeado de neomodernidade , concluímos que nele se institui uma civilização da morte, na qual a desconfiança psicótica tem caracterizado o olhar das pessoas entre si e, também, para um mundo no qual se vislumbra uma franca decadência moral das instituições existentes em geral. A glamorização do belo e do prazer tornou a intolerância uma marca determinante dos processos sociointerativos. Por isso, os relacionamentos se tornaram mais frágeis e descartáveis. Enquanto o capital erótico aumenta sua demanda para o consumo do prazer, o capital afetivo perde credibilidade no espaço ontológico das interações significativas. A intolerância tem-se apresentado como corolário da equação de uma “economia libidinosa” no mundo da neomodernidade. E nesse mundo, o “medo ontológico”, compreendido como modo de operar na vida destituída de confiança, torna-se uma condição de viver a vida privado da fé-esperança. O desencanto pela vida é o efeito colateral do medo ontológico. Sendo assim, a vida humana destituída de encanto, nesse mundo das experiências vividas e significadas negativamente, se torna uma vida insustentável.

Esgotamento físico e mental 

A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

Sintomas

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.

Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

Diagnóstico


O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho.




A arte de ser feliz

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Houve um tempo em que minha janela se abria 
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. 
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. 
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto. 
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, 
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. 
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. 
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz. 
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. 
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola. 
Pardais que pulam pelo muro. 
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. 
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. 
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. 
Ás vezes, um galo canta. 
Às vezes, um avião passa. 
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz. 
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, 
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, 
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, 
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.



GIETHOORN a fantasia está no ar

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GIETHOORN


Imagina a paz, o sossego.....
Vem comigo, vamos viajar para Giethoorn

O silêncio já se tornou para mim uma necessidade física espiritual. Inicialmente escolhi-o para aliviar-me da depressão. A seguir precisei de tempo para escrever. Após havê-lo praticado por certo tempo descobri, todavia, seu valor espiritual. E de repente dei conta de que eram esses momentos em que melhor podia comunicar-me com Deus. Agora sinto-me como se tivesse sido feito para o silêncio.

Assim se pode descrever a pequena vila rural de Giethoorn  ao noroeste da província de Overijssel, Holanda.

Na antiga vila não há ruas, somente canais onde trafega-se barcos.

Giethoorn localiza-se nas margens de um parque nacional (Weerribben-Wieden), uma linda área. A vila de Giethoorn abriga menos de 3000 pessoas, e a maioria delas vive em suas ilhas particulares. As cerca de 180 pontes são a única maneira de ter acesso a muitas casas além dos barcos.

Durante o inverno, Giethoorn é um destino muito popular para os patinadores de gelo.


























































































Oração Cigana

Oração Cigana
"Faze justiça ao teu servo, para que viva e observe a tua palavra, Senhor. Desvenda os meus olhos para que eu veja as maravilhas da tua lei. Sou peregrino na terra: apresenta-me os teus mandamentos. A minha alma louva a tua providência. Repreendeste os soberbos e amaldiçoastes os orgulhosos que sobre mim lançavam opróbrios e desprezo. Enquanto se uniam e tramavam contra mim, eu meditava sobre teus mandamentos e clamava pelo teu auxílio. Pois só de ti espero a justiça. Pois só de ti espero o auxílio definitivo."

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Erga os olhos para o céu

Erga os olhos para o céu
Iria Horn A felicidade não tem preço. Erga os olhos para o céu Vês!!! Tudo é maravilhoso. O sol A lua As estrelas. Porque te preocupas A vida aqui é só a passagem. Na verdade É só um segundo perante a vida Eterna de Deus. Não se justifique, não vale a pena. Nem pra você, nem pro seu inimigo. Ele, é igual a você Somente uma passagem. Siga De cabeça erguida Até a próxima esquina Quem sabe Ali tu o vais encontrar. Amado Deus, eu te amo. By Iria Horn Voceeumvitorioso 02:10:2013, 13:40

doce

Vitoriosos pelo mundo

VOCÊ É UM VITORIOSO IRIA SALETE HORN>minhaspoesiasiriahorn.loveblog.com.br>twitter.com.iriahorn>>Nada neste mundo é por acaso>iriahorndelima.spaceblog.com.br>http://pt-br.facebook.com/people/Iria-Salete-Horn/100001927549136
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"Era uma vez"

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